Ex-Coritiba, Robinho projeta retorno ao Couto Pereira e avisa: ‘Darei a vida lá’

Meia Robinho reencontrará um velho conhecido nesta quarta-feira (12), às 19h30, no Estádio Couto Pereira: o Coritiba, clube pelo qual atuou entre 2012 e 2014.

Bem sucedido na equipe paranaense, o atleta, no entanto, prefere deixar o passado de lado para fazer um bom papel pelo Verdão diante de seu ex-time.

“Será bem tranquilo. O Coritiba está passando por uma fase difícil e o torcedor ajuda bastante. Espero que o estádio esteja lotado, mas espero não ser vaiado. Mas, se eu for, não tem problema, tentarei ajudar o Palmeiras. O Coritiba me abriu espaço para o mercado nacional, mas agora eu jogo pelo Palmeiras e darei a vida lá”, disse. “Está na hora de eu fazer um gol de novo, e não tem problema ser contra o Coritiba. Se eu fizer, comemorarei, pois agora a torcida do Palmeiras conta com os meus gols”, emendou.

O meia Robinho vai reencontrar seu ex-clube, o Coritiba, na partida desta quarta-feira (12). (Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)
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O meia Robinho vai reencontrar seu ex-clube, o Coritiba, na partida desta quarta-feira (12). (Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)

O camisa 27, inclusive, afirmou que um resultado positivo em Curitiba é fundamental para a sequência palestrina no Brasileirão.

“A gente já vinha com o propósito de vencer, mas, como perdemos para o Cruzeiro, nós iremos ainda mais fortes para vencer e entrar no G-4, ou pelo menos ficar próximo. Sabemos das dificuldades, mas vamos impor o nosso ritmo e pensar na vitória”, falou o palmeirense, que entende o atual momento do adversário.

“Quando o time joga pressionado em casa, ele joga muito bem. Espero que essa força fique para trás e a gente imponha o nosso ritmo de jogo. Temos de fazer um grande jogo porque a gente precisa muito desta vitória. Claro que eles também precisam, mas nós estamos brigando lá no G-4”, comentou.

E, mesmo com dois revezes seguidos (contra Atlético-PR e Cruzeiro) no Campeonato Brasileiro, Robinho negou que haja uma pressão externa por uma recuperação imediata do Palmeiras na competição.

“A pressão é mais interna porque a gente tinha conseguido grandes resultados e, agora, vem de duas derrotas. Contra o Cruzeiro seria uma derrota normal, caso tivéssemos vencido o Atlético-PR em casa. Como a gente perdeu, claro que ficamos chateados, mas não tem pressão”, concluiu.

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Autor: MP

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