Oliveira confirma foco nas finais e mudanças no time contra o Cruzeiro

A poucos dias da final da Copa do Brasil, o Palmeiras tem mais um confronto válido pelo Campeonato Brasileiro antes do primeiro duelo decisivo com o Santos

Mais distante do G-4 do Nacional, porém ainda com chances de classificação para a Copa Libertadores pela competição, o técnico Marcelo Oliveira admite um foco maior na decisão contra os santistas, mas nega “abandonar” o Brasileirão nesta reta final.

“O Palmeiras, por sua grandeza e tradição, não pode abandonar nada, mas chega um momento em que temos de medir bem as situações. Ficou mais distante, embora tenhamos chances ainda. É isso que a gente administra para amanhã (sábado), temos de colocar um time que represente bem o Palmeiras e buscar a vitória. Como são jogos muito desgastantes, de repente teremos de fazer algumas mudanças para preservar alguns jogadores”, comentou o treinador, referindo-se ao embate contra o Cruzeiro, neste sábado (21), às 19h30, no Allianz Parque.

Marcelo Oliveira concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira (20) na Academia de Futebol. (Mídia Palmeirense)
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Marcelo Oliveira concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira (20) na Academia de Futebol. (Mídia Palmeirense)

O palestrino detalhou as possíveis alterações entre os 11 iniciais do Verdão.

Leve para sua casa uma parte da história do Palmeiras.
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“Já tenho a ideia de algumas mudanças, mas algumas são automáticas, como Robinho, Jackson e Alecsandro. Conversaremos agora e veremos as avalições físicas que todos fizeram”, disse. “A gente sabe que ficou mais difícil, ficamos com sete pontos de diferença, sendo nove a serem disputados. Há uma chance e temos de brigar por ela, e acreditar no elenco do Palmeiras. Entrará um time que já jogou, e vários jogadores que já foram titulares em outros jogos”, completou.

E, para um bom rendimento dentro das quatro linhas, Marcelo Oliveira espera por um time tranquilo e equilibrado.

“Especificamente no último jogo, discutiu-se com a arbitragem, mas não foi só o Palmeiras, o outro time também. Temos de pesar o que foi descontrole emocional e indignação. A ansiedade é normal e necessária, afinal a gente trabalha muito. Quando jogamos um jogo importante, bate a ansiedade, mas ela não pode ser excessiva. Ela tem de ser minimizada à medida que você trabalha, e aí vira confiança. Isso é muito trabalho”, declarou o comandante, que vê o ano de 2015 como positivo para o Alviverde.

“O Palmeiras teve dois anos não muito bons por tudo o que ele representa, e este ano teve expectativa. É um grupo novo e com muitas contratações, e o Palmeiras foi à final do Paulistão com a condição de ganhar, está disputando uma vaga na Libertadores e foi até a final da Copa do Brasil, eliminando equipes como Cruzeiro, Internacional e Fluminense. A gente espera que possamos coroar este trabalho com o título da Copa do Brasil”, finalizou.

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Autor: MP

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