Prass fala de trajetória no Verdão e alívio com título: ‘Estava obcecado’

Da disputa do Campeonato Brasileiro Série B, em 2013, ao título da Copa do Brasil, o camisa 1 sempre foi decisivo e destacou-se pela liderança em campo

Contratado em dezembro de 2012, o goleiro Fernando Prass já passou pelas mais diversas situações dentro do Palmeiras. Agora, com a sua primeira taça pelo Verdão em mãos, o arqueiro confessa o alívio pela conquista.

“Cheguei aqui na Série B, joguei uma Libertadores em outra condição, bem diferente de como será o ano que vem. Tive a dificuldade do ano passado, da briga contra o rebaixamento. Pegamos Cruzeiro, Fluminense, Internacional e Santos na Copa do Brasil deste ano, passamos por quatro adversários muito difíceis. O que mais contribuiu para essa minha obsessão foi tudo que passei aqui”, disse. “Já disputei outras finais, fui campeão da Copa do Brasil pelo Vasco também. Não comentava isso com ninguém, mas internamente me sentia muito mais obcecado e desesperado por esse título do que qualquer outro”, emendou.

Com a sua primeira taça pelo Verdão em mãos, o arqueiro confessa o alívio pela conquista. (Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)
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Com a sua primeira taça pelo Verdão em mãos, o arqueiro confessa o alívio pela conquista. (Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)

Idolatrado por boa parte dos palmeirenses, Prass, no entanto, evita comparações com o eterno camisa 12, Marcos.

Leve para sua casa uma parte da história do Palmeiras.
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“Quando cheguei, todas as perguntas eram sobre o Marcos, e eu dizia que eu não vinha para substituí-lo, eu vinha para construir o meu espaço. Agora, as perguntas surgem mais positivamente, mas nenhuma comparação é legal, ainda mais com o Marcos. Não dá para querer nem começar a comparar, até pela história e tudo o que ele conquistou no Palmeiras. Se comparado ao que eu fiz, ainda é muito pouco”, falou o atleta, que tratou com bom humor a possibilidade de bater outras penalidades em 2016.

“Tem muita gente que bate melhor do que eu, mas é óbvio que, se por uma série de fatores acontecer a necessidade, eu bato tranquilamente. Até porque emocionalmente será muito mais fácil do que um pênalti em uma final de Copa do Brasil, que era vida ou morte. Todos os jogos têm um componente emocional, mas não tão grande como neste jogo de quarta”, comentou.

Por fim, o goleiro evitou discursar sobre o próximo ano.

“A minha cabeça, por enquanto, está no Rio Grande do Sul, na praia e nas férias (risos). Isso faz parte da preparação também, você tem de carregar a bateria, afinal você não consegue voltar das férias totalmente recuperado e pronto para um ano inteiro de muita cobrança e pressão. Agora curtiremos, descansaremos e começaremos a pensar na Copa Libertadores de 2016 somente em janeiro”, finalizou Fernando Prass.

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Autor: MP

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