Palmeirenses organizam “vaquinha” jovem que sofre de paralisia cerebral

Nascido com 26 semanas de vida, portador de paralisia cerebral, João passou por tratamentos em Brasília-DF, desde seu nascimento até os 7 anos de idade.

João é um vencedor deste que veio ao mundo. Os primeiros diagnósticos informavam que ele sequer conseguiria sentar. Diante disto, sua mãe procurou outros médicos, sempre esperançosa de um diagnóstico melhor. O Mídia conheceu um pouco dessa história e conta um pouco do João pra você!

João conhecendo o Presidente Paulo Nobre
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João conhecendo o Presidente Paulo Nobre

Depois de várias visitas, em diferentes hospitais, sempre com o mesmo diagnóstico, a mãe de João conheceu um ortopedista infantil que lhe pediu que fosse ao hospital onde ele atendia, em Goiania. Lá os médicos concluíram que seria necessário que o garoto passasse por uma cirurgia de correção nos pés e a implantação de pinos para que pudesse se manter em pé.

Todo o atendimento foi feito em hospitais particulares, uma vez que o SUS não atende este tipo de necessidade. A família teve de vender seus bens para arcar com os dezessete mil reais necessários, porém as despesas não pararam por aí. A família, que mora em Brasília, tem de ir à Goiania três vezes por semana para cuidar do pós-operatório de João, arcando também com os custos de sessões de fisioterapia e medicamentos para a recuperação do garoto.

Hoje ele já consegue dar alguns passos, porém, para concluir o tratamento, precisa de um andador. No dia de agosto, a mãe de João recebeu a informação de que teria 15 dias para adquirir o andador porém a família está endividada em mais de 150 mil reais, com ordem de despejo e já não dispõe de bens para comprar este aparelho, que custa 12 mil reais. Esta família precisa da sua ajuda! Você pode ajudá-los a adquirir este equipamento, fundamental para vida de João.

Para maioria de nós andar é algo tão corriqueiro que não damos o valor necessário, mas para outros é tudo o que mais querem na vida. Você pode fazer a diferença na vida desta família!

Colabore doando e divulgando esta campanha : https://www.vakinha.com.br/vaquinha/andador-joao

Leia abaixo a emocionante carta escrita pela mãe do João:

“Oi pessoal,

Estou aqui hoje como uma como uma mãe desesperada. Tenho um filho portador de paralisia cerebral diplesia espástica, que nasceu de 26 semanas.
Desde o início, busquei tratamento para ele, pelos primeiros 07 anos de sua vida, fizemos o tratamento no Hospital Sarah, localizado em Brasília. Até que um dia, simplesmente tivemos alta do acompanhamento, uma vez que segundo os médicos, o caso não teria solução, diziam que meu filho não iria nem sentar.
Não me deixei vencer. Meu CORAÇÃO de mãe falava mais alto. Assim, fui atrás de outros médicos, inclusive à São Paulo na AACD. Lá fiquei dias e dias na porta, até conseguir uma avaliação médica. Para meu desespero, recebi o mesmo diagnóstico para o quadro clinico do meu filho, não poderia esperar evolução nenhuma. Mais uma vez eu não desisti, foi quando decidi ir à Salvador. Ficamos lá por 30 dias, mas também não tivemos nenhuma resposta satisfatória.
Voltando para casa já sem esperança, conhecemos um médico ortopedista infantil que estava no mesmo voo que a gente…conversamos bastante e ele perguntou qual era o quadro clinico do meu filho. Muito gentil, ele solicitou que comparecesse ao Hospital que ele atendia em Goiânia e foi o que fizemos. Naquele hospital chegamos à conclusão que ele precisaria de uma correção nos pés e a implantação de pinos para que ficasse em pé! Na época o atendimento teve que ser particular, uma vez que esperar pelo SUS, seria tarde demais. Optamos por pagar, na época, o custo de 17 mil reais. Vendemos o que tínhamos e apostei na recuperação do meu filho.
Ele fez a cirurgia e foi um sucesso, mas o mais difícil seria o pós-operatório. Moramos em Brasília e temos que ir três vezes por semana à Goiânia, para tratamento de reabilitação. Hoje já estamos na fase final e meu filho com a honra e glória do senhor já consegue dar passos (!!!!).
Há 15 anos que luto contra tudo e contra todos para ver meu filho andar. Meu coração nunca me permitiu desistir e hoje, vivo a alegria de ver cada passo do meu filho.
Acontece que com a fase final do tratamento, veio a notícia de que teríamos 15 dias para adquirir um andador, peça fundamental para a conclusão do tratamento. Nossa primeira reação foi de desespero, pois não teria como comprar o andador. Procurei financiamento bancário, todos os meios possíveis, e impossíveis. Infelizmente, não tive nenhum sucesso.
Hoje, venho até vocês, com humildade pedir uma ajuda, menor que seja. Qualquer ajuda será de uma importância enorme em nossas vidas. Peço atenção e compaixão. Nos ajudem!
Eu sempre trabalhei. Hoje vendo doces em pote que vêm do sul de minas para arcar com outras despesas do tratamento, desde locomoção, alimentação, hospedagem e medicamentos. Os doces têm sido nossa salvação, pois através deles estamos conseguindo fazer a fisioterapia semanal, que é muito cara.
Preciso ver meu filho andar! Não perco a esperança, apesar das dificuldades…vendemos nossa casa, fomos despejados e estou devendo muito dinheiro. Estamos perdendo tudo, menos a esperança. Falta apenas esse último passo para recuperação de meu filho e sei que, com a graça de Deus, iremos conquistar. Eu  sei que verei meu filho com este andador!
Este é meu pedido de ajuda e caridade.

Obrigado a todos pela atenção!”Peço a todos que compartilhem para que juntos a gente consiga ajudar o Joãozinho. Colabore doando e divulgando esta campanha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/andador-joao

Abaixo algumas fotos do João com a turma que vem ajudando o garoto, depois que o conheceram em Brasilia, no jogo em que o Palmeiras ganhou do Flamengo no Brasileiro deste ano.

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Autor: MP

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