A distância entre as categorias de base e o departamento profissional é cada vez menor no Palmeiras.
Nesta segunda-feira (5), profissionais ligados à formação de atletas participaram da tradicional reunião quinzenal com o gerente de futebol do Verdão, Cícero Souza, para trocar informações e garantir que todos os processos estejam alinhados. Esses encontros são realizados há quase dois anos e visam facilitar a transição de jogadores ao time principal.
Além de Cícero Souza e do gerente geral das categorias de base do Verdão, João Paulo Sampaio, participam das reuniões representantes das áreas de supervisão, comissões técnicas, diretoria, captação, serviço social, análise de desempenho, departamento médico e nutrição. A dinâmica das reuniões segue roteiro semelhante: cada um tem cinco minutos para expor suas atividades recentes e todos podem participar da discussão sobre os rumos do trabalho.
Nesta segunda (5), as metas estipuladas na primeira reunião do ano, em fevereiro, foram repassadas e discutidas. A conversa abordou procedimentos administrativos, técnicos, de captação e transição, avaliando o que funcionou e o que precisa de ajustes no futuro. A longo prazo, o objetivo geral é que cada vez mais jogadores formados em casa possam ascender ao Profissional – diversos atletas estão em transição, como o meia Vitinho e o zagueiro Augusto.
A integração entre base e profissional é uma realidade no Palmeiras: a comissão técnica de Cuca e o departamento profissional, de forma geral, conhecem as características dos principais atletas das categorias de base, além de acompanhar presencialmente os jogos. Da mesma forma, os treinadores e comissões técnicas dos times da base têm total abertura ao profissional, seja para participar dos treinamentos ou dos bastidores nos jogos do Verdão.
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Categorias de base e profissional de futebol tem trabalhado em conjunto nos últimos anos. (Divulgação)
Os times menores realizam treinos semanais na Academia de Futebol, ao lado do time principal, e as valências de treino são equivalentes – assim, os jovens do Sub-20 não sentem a diferença quando iniciam o processo de intercâmbio. O coordenador científico e o fisiologista do clube acompanham todo o processo, que inclui preparação física, fisioterapia, fisiologia, nutrição e psicologia do esporte, entre outros.
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